sábado, 2 de abril de 2011

Deodoro da Fonseca



15 de novembro de 1889 até 23 de novembro de 1891


FamíliaFilho de Manuel Souza da Fonseca (1785 - 1859) e Rosa Maria Paulina da Fonseca (1802 - 1873). Seu pai também foi militar, chegando à patente de tenente-coronel, e pertencia ao Partido Conservador. Deodoro tinha duas irmãs e sete irmãos, três dos quais morreram na Guerra do Paraguai: Afonso Aurélio da Fonseca (o mais jovem), alferes do 34º batalhão dos Voluntários da Pátria, o capitão Hipólito Mendes da Fonseca, morto na batalha de Curupaiti, e o major Eduardo Emiliano da Fonseca, morto no combate da ponte de Itororó.
Seu irmão mais velho, Hermes Ernesto da Fonseca, pai do também presidente da República e marechal Hermes da Fonseca, chegou ao posto de marechal-de-exército. Deodoro foi também presidente da província de Mato Grosso, segundo indicação do imperador Dom Pedro II. Foi governador da Bahia e comandante-de-armas nas províncias da Bahia e do Pará.
Dois outros de seus irmãos se destacaram na carreira militar e política: Severiano Martins da Fonseca, que chegou ao posto de marechal-de-campo, recebeu o título nobiliárquico de barão de Alagoas e foi diretor da Escola Militar de Porto Alegre; e Pedro Paulino da Fonseca, que foi coronel honorário do exército brasileiro, governador de Alagoas, logo quando proclamaram a república, e também senador pelo mesmo estado. Além disso, o seu mesmo irmão, Pedro Paulino da Fonseca, foi o pai de Orsina da Fonseca, esposa do filho de um outro irmão seu, também seu sobrinho, o presidente da República marechal Hermes da Fonseca, compondo, portanto, um casamento entre primos.
Deodoro passou por muitos problemas no seu mandato presidencial, o primeiro da história do Brasil, pois esforçou-se muito para implantar um regime republicano sólido. Seu governo presenciou muita instabilidade política e econômica no país.

Juventude

Em 1843, aos dezesseis anos, Deodoro matriculou-se no Colégio Militar do Rio de Janeiro, terminando em 1847 o curso de artilharia. Em 1845, já era cadete de primeira classe. Em 1848, participou de sua primeira ação militar, ajudando na repressão da Revolta Praieira, insurreição promovida pelos liberais de Pernambuco.
Casou-se aos 33 anos, no dia 16 de abril de 1860, com Mariana Cecília de Sousa Meireles, considerada pelos biógrafos mulher educada, religiosa, modesta e prendada. O casal não teve filhos. Há quem afirme que Deodoro fosse estéril.[carece de fontes?] Seu sobrinho, Hermes da Fonseca, que também chegou à presidência da república, era tratado por Deodoro como um filho e curiosamente, Hermes casou-se pela segunda vez com uma moça de família nobre.

terça-feira, 29 de março de 2011

O Cristo Redentor

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Se fossemos citar todos os lugares brasileiros que você pode conhecer, acredito que uma pagina não seria suficiente. O Brasil possui inúmeras praias, cidades históricas, paisagens, e todo o tipo de atrativo possível.
Entretanto, alguns pontos turísticos são conhecidíssimos, não só do povo brasileiro mas também dos turistas estrangeiros. O Cristo Redentor, do Rio de Janeiro, está entre eles. O monumento foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931, após cinco anos de obras. Em 2007, na cidade de Lisboa, ele foi eleito como uma das sete maravilhas do mundo moderno.

Igreja de Alagoinhas




As Ruínas da Igreja de Alagoinhas Velha


O olhar silencioso e belo das Ruínas da Igreja de Alagoinhas Velha parece abençoar a cidade de maneira sutil e misteriosa.

Cachoeira da Fumaça




Cachoeira da Fumaça: com aproximadamente 420 metros de altura - do topo da cachoeira até o seu poço -, a cachoeira da Fumaça é uma das mais impressionantes do Brasil. Pela grandiosidade e majestade de seu cenário, a cachoeira da Fumaça é um espetáculo único no mundo. Nas épocas mais secas do ano, sua queda se desfaz no ar - devido à velocidade do vento e à rápida evaporação - provocando um aspecto de fumaça, de onde vem a origem do seu nome. A maior queda livre do país é alcançada apenas por trilha; em geral percorre-se uma trilha que desemboca no alto do seu platô, com cerca de 7 quilômetros a partir da cidade de Capão. O trajeto é, em parte, calçado por pedras dos garimpos de diamantes construído no século passado. Entretanto, para quem prefere uma maior aventura é possível observar a linda cachoeira por baixo, mas a trilha que conduz ao seu poço possui um percurso que leva cerca de três dias de caminhada, passando por bonitos vales e lugares magníficos. A cachoeira da Fumaça está situada entre os municípios de Lençóis e Palmeiras.

Xique Xique de Igatu




Xique Xique de Igatu: conhecida como a Machu Picchu brasileira, a antiga vila de Xique Xique de Igatu oferece um deslumbrante cenário de filmes medievais. Considerada a principal referência da história baiana no ciclo dos diamantes, o vilarejo merece destaque por suas insólitas ruínas de casas e ruas de pedras - as construções são da época da exploração do diamante na região e as pedras utilizadas foram retiradas das margens de rios - encravadas em meio à serra, dando um ar pitoresco ao povoado. Com o esgotamento do diamante a vila foi abandonada, e muitas casas e ruas foram destruídas por estarem em áreas de mineração, transformando o vilarejo numa cidade quase que fantasma. Além de suas casas e ruas, outra grande atração é a Galeria de Arte e Memória, instalada numa das ruínas da antiga vila - e à céu aberto -, que reúne objetos pertencentes aos garimpeiros. A melhor forma de conhecer Xique Xique de Igatu é numa caminhada à pé, e sem pressa, por suas ruas de pedras, onde é possível descobrir ruínas, história e personagens interessantes. O acesso ao vilarejo pode ser feito por um pequeno trecho em estrada de terra, saindo da rodovia que parte da cidade de Mucugê, ou então passando por uma antiga estrada totalmente calçada por pedras, a partir da cidade de Andaraí.

Poço do Diabo




Poço do Diabo: com um trampolim de mais de 22 metros de altura, o Poço do Diabo está localizado num lugar paradisíaco. Formado pelas águas escuras do rio Mucugezinho, o lindo poço possui um magnífico visual, cercado por pedras e rochas que se transformam num bonito canyon. Sobre a origem do seu nome não há informações precisas, apenas algumas suposições. Uma delas se explica pelo fato de suas águas possuírem uma cor escura e avermelhada; outra hipótese tem origem na história da região, quando sanguinários coronéis dos garimpos, motivados pela ira, jogavam seus escravos fugitivos no poço. No local, pequenas corredeiras que deslizam pelas pedras servem como uma gostosa hidromassagem, além de ser um lugar ideal para refrescantes banhos e mergulhos. No poço é possível também praticar alguns esportes de aventura, como o rapel e a tirolesa. O Poço do Diabo fica localizado no município de Lençóis e o acesso até ele é feito por uma pequena trilha, margeada pelo rio Mucugezinho e sua exuberante vegetação

Poço Encantado



Poço Encantado: tombado pelo Ibama e famoso mundialmente, o Poço Encantado é uma das atrações mais belas e impressionantes da Chapada Diamantina. Localizado dentro de uma caverna, o Poço Encantado possui cerca de 65 metros de profundidade, onde é possível, inclusive, visualizar pedras e troncos caídos no fundo da lagoa, de águas extremamente cristalinas - de cor azulada e intensa devido à pureza de suas águas. No período entre os meses de abril e setembro acontece na caverna um dos mais belos fenômenos da região, que ocorre quando o sol se alinha à uma fenda situada no teto da gruta. Este alinhamento permite que os raios solares penetrem no poço, intensificando ainda mais a sua cor azulada, e transformando-a num espelho que reflete as luzes do sol. Por questão de preservação ambiental, os banhos e mergulhos no poço foram proibidos em 1992, além do número de visitantes que ficou reduzido à dez pessoas por vez na gruta. O Poço Encantado situa-se na cidade de Itaité e o acesso à gruta é realizado por uma longa escadaria, que conduz até a boca da caverna. Em seguida, é necessário percorrer um trecho íngrime onde a lenta caminhada é realizada com o auxílio de cordas existentes no local.